Confira todos os textos da edição #334
- Beatriz Besen: “O engano está justamente na ideia de que a perspectiva política das pessoas sempre forma um todo coerente”, por Luísa Kiefer
- MPB: música parodiada brasileira – Parte I, por Breno Serafini
- Leitura, autoridade e mediação na era dos algoritmos, por Marcelo Santos
- Doutor, minha vitamina B12 está baixa!, por Enrique Falceto de Barros
- As missões e o arquipélago Guarani, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho – Parte XV, por Arthur de Faria
- Dedos de sonhador, por Juremir Machado da Silva
- Calçola à mostra, por Claudia Tajes
- Sussuarana – Capítulo IV: 2019, por Alice Elnecave Xavier
- Antônio II: enfim chegamos ao novo sem abandonar o melhor da MPB, por Luciano Mello
- O prazer, para as seis cordas: resenha-ensaio sobre o show de Vitor Ramil em Florianópolis, por Diogo Araujo
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 13, por Gonçalo Ferraz
No fim de janeiro deste ano, 2026, eu estava na praia da Gamboa (SC) conversando com Vitor e Ian Ramil, quando o primeiro disse, talvez não pela primeira vez: “Que tal tocares lá no show de Floripa, hein? Tu faz uma participação?” Ian aceitava e a coisa foi acontecendo, para a alegria deste fã dos dois artistas. Alegria dobrada. A apresentação aconteceu no dia 14 de março, um sábado, no mais prestigiado teatro da cidade, o CIC. Nela, Vitor passeou por canções de sua discografia, sem tema prévio, acompanhado de seu violão.