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Nostalgia na carroça

Parêntese #315

Nostalgia na carroça
Fotos: Pedro Piegas / PMPA

Olá!

Chegamos aqui embalados por certa saudade. Em ensaio publicado durante a semana na newsletter diária da Matinal, o repórter e editor Tiago Medina lembra como era circular pelo Centro quando o Cais Mauá estava mais inserido no contexto de Porto Alegre. Ele aproveita a nostalgia para refletir sobre o futuro do local. 

Essa mesma cidade deu origem a um escritor que, falecido há 30 anos, chamava-a de carroça. Perto do aniversário de morte de Caio Fernando Abreu, Gilberto Perin traz fotos de quando a casa do escritor, no Menino Deus, foi demolida sem o menor respeito pela sua memória. Aproveitando a data, Luís Augusto Fischer ainda conversou com Amanda Costa, pesquisadora que foi amiga íntima de Abreu – o bate-papo conta com foto enviada por Sandra Laporta, que morou com o autor em Londres.

Arnoldo Doberstein conta a história de figuras que, provavelmente, todos já viram nos edifícios históricos da capital, mas poucos conhecem seus significados. Lucas Luz segue detalhando o processo de criação do projeto Gema que, por meio de diferentes plataformas e formatos, preserva e valoriza a diversidade cultural do Rio Grande do Sul. 

Outros causos porto-alegrenses surgem com Carlos Gerbase, que já conseguiu autógrafo de Tom Wolfe na reitoria da UFRGS; Helena Terra com o folhetim A medida das coisas humanas; Juremir Machado da Silva, que viu Tiago Lacerda interpretar fragmentos shakespearianos e traçou paralelos com o presente; e o último capítulo da série Centerária: Maria, vó minha, de Tiago Maria

Fernando Seffner encerra a edição, com novo ensaio da série Meus Tipos Inesquecíveis – no texto de hoje, o assunto é a própria mãe.

Boas leituras!