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A dama da Duque – Capítulo VI

Parêntese #346

Confira todos os textos da edição #346

A espera

A mensagem de Sandro era tão seca quanto sua personalidade: “Não fale com ninguém. Não telefone. Nos vemos amanhã de manhã. S.” Foi a leitura da mensagem que me fez lembrar da missão e da arma. Onde estava a Taurus? Apalpei minha cintura sabendo que o gesto era inútil. Se estivesse comigo sentiria o peso. Tinha esquecido o revólver no quarto que compartilhara com Marisa. Senti um breve momento de pânico. Mas estava muito cansado para encarar outra ida até a praça Otávio Rocha para buscar a arma. Entretanto, lembrei aliviado que eu havia pagado uma diária completa, e como o checkout era às 11h00, teria tempo suficiente para ir até o hotel e recuperar o ferro antes dessa hora.