Confira todos os textos da edição #346
- Parâmetros diversos, por Juremir Machado da Silva
- Contenção de enchentes: sugestão aos próximos governos, por Álvaro Magalhães
- A receita que falta à esquerda, por Alfredo Fedrizzi
- Meu prompt ideal, por Gustavo Borba
- Um tombo atrás do outro, por Albino Poli Júnior
- A pétala intrépida, por Sergius Gonzaga
- A Odisseia de Nolan (entre Homero e Jorge Luis Borges), por Juan Carlos Durán
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 17 – Parte III, por Gonçalo Ferraz
- A dama da Duque – Capítulo VI, por José Roberto Iglesias
Todo mundo cai, todo mundo erra, quem não sofreu revezes, sejam pessoas, instituições, países? Muitas dessas quedas são fatais, mas a maioria delas acaba se revelando espécie de estímulo para seguir em frente, ou para cair melhor, como aludiu ironicamente Samuel Beckett - “Try again. Fail again. Fail better.” (Tenta novamente. Erra de novo. Erra melhor.) Um tombo atrás do outro é o título de um dos poemas que integram meu livro Raro Enigma, publicado este ano pela editora 7Letras. A poesia foi escrita em Sarajevo, na Bósnia e Herzegovina, onde vivo há dois anos, à serviço da diplomacia brasileira (temos uma embaixada no país desde 2011). Além do título, aparentemente não tem nada a ver com essa capital europeia, mas foi concebida lá. Neste artigo, expressarei algumas percepções sobre a cidade.