Confira todos os textos da edição #347
- 100 anos de Foucault: o perigo dos discursos e o prazer de pensar, por Rosa Maria Bueno Fischer
- Cuidado com o precipício, por Miguel Reale Júnior
- O memorial que sumiu, por Jorge Barcellos
- Respostas ao que me foi perguntado sobre Dalton Trevisan, por Miguel Sanches Neto
- Escrita humana, inteligência artificial, por Roberto Velloso Eifler
- E rir é humano, por Guto Leite
- A indústria do bem-estar, por Juremir Machado da Silva
- Uma novela de formação: um dia de sol, Luís Augusto Fischer entrevista Adriano Silva
- A dama da Duque – Capítulo VII, por José Roberto Iglesias
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 18 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
Escrevi “Os Quarenta Anos do Doutor Stummer” sob o impacto do anúncio da morte da literatura, trombeteada por uma parcela significativa da intelligentsia europeia após a Segunda Guerra Mundial. Agora, quarenta anos depois, enquanto revisito o livro numa espécie de arqueologia, sinto que se avoluma um movimento silencioso e muito mais mortal, ameaçando não só a arte mas a própria expressão humana.