Confira todos os textos da edição #332
- O objetivo de "Exílio Brasileiro no Chile" é dizer aos jovens: “Isso aconteceu com colegas, amigos teus, contigo e tua turma”, Nubia Silveira entrevista Paulo de Tarso Riccordi
- As crianças cabo-verdianas têm pela primeira vez os seus próprios heróis num Campeonato do Mundo para admirar, seguir e sonhar, por Eurídice Monteiro
- Copa do (I) Mundo, por Márcio Chagas e Thiana Orth
- Nesta Copa, não vou torcer pela Prússia, por Rafael L. Kasper
- Das Missões aos Pueblos de Indios, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho – Capítulo XIII, por Arthur de Faria
- Dostoiévski e Nietzsche, por Juremir Machado da Silva
- Caprichos do destino, por José Mário Neves
- Sussuarana – Capítulo II, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 11, por Gonçalo Ferraz
Antes mesmo do apito inicial da Copa do Mundo de 2026, já foi possível perceber (sem ajuda do VAR) como o jogo iria se desenhar. Nem foi preciso esperar a bola rolar, pois, logo no aquecimento, que ocorreu longe dos estádios – nos aeroportos e postos de imigração –, os primeiros cartões já começaram a ser distribuídos. Não por faltas cometidas, mas sim para certas pessoas, nacionalidades, cores de pele e passaportes considerados suspeitos.