Confira todos os textos da edição #344
- Aiatolás da tradição: apontamentos para uma história natural, por Juarez Fonseca
- Quem tem medo da invenção?, por Jocelito Zalla
- A cerca de arame ganhou Wi-Fi: quarenta anos depois de “Aiatolás da tradição”, por Clarissa Ferreira
- “A grande salina”, de Ricardo Zelarayán, tradução e apresentação por Fabio B. Pinto
- Trilogia musical de Palomas, por Juremir Machado da Silva
- O cuidado pelas palavras: O manifesto de Irene Vallejo, por Helena Terra
- Astúcia brasileira, Luís Augusto Fischer entrevista Marcos Lacerda
- A dama da Duque – Capítulo IV, por José Roberto Iglesias
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 17 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
Sempre quis ter um parceiro musical. Vez ou outra, ao longo do tempo, alguém musicou alguma letra minha. O primeiro foi Chico Camboim, querido colega de Famecos nos anos 1980, que musicou minha letra “Tristana”. Não teve, porém, uma gravação. Eu estava impactado pelo filme de Buñuel.