Para quem pensa que as linhas do gramado e da Parêntese não se relacionam, estreamos hoje uma série de textos inspirados na Copa do Mundo de Futebol de 2026, competição que inicia nas primeiras semanas de junho. Patrono da 70ª Feira do Livro de Porto Alegre em 2024, Sergio Faraco explora as origens do esporte – segundo ele, inventado pelos italianos, aperfeiçoado pelos ingleses, mas que, ao menos até 2002, fez dos brasileiros os grandes vitoriosos.
Ainda nesse clima, Marcelo Argenta Câmara reflete sobre os aspectos políticos que permeiam o futebol, lembrando de uma partida histórica entre Argentina e Inglaterra na Copa de 1986.
Na série sobre os 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, Artur Barcelos relata o cotidiano nas Reduções: os hábitos, a composição das casas e a vida no entorno. Ainda no campo da história, Daniel Scandolara, em seu segundo texto sobre a trama histórica entre a Armênia e o Irã, aborda as influências da cultura persa na Armênia.
Arthur de Faria, na série sobre o Rock Gaúcho, continua a trajetória do Liverpool, mostrando as mudanças que a ida para o Rio de Janeiro e o período da ditadura militar trouxeram à banda.
Nas nossas linhas constantes que seguem se desenrolando, Gonçalo Ferraz nos apresenta o sétimo capítulo do Cordel do Corte Raso. Já no oitavo capítulo do folhetim Entre o Mundo e Eu, Marlon Pires Ramos desenvolve o relacionamento dos personagens entre narrações do passado e do presente.
Relatando a história de um amigo, Rafael L. Kaster aborda novos modelos de trabalho na era da plataformização e inteligência artificial - conteúdo publicado na Matinal News durante a semana. Chris Cidade Dias faz uma ode à escuta, exaltando os prazeres de escutar e ser escutado.
Encerrando a edição desta semana, uma entrevista: Luís Augusto Fischer conversou com Noé Oliveira Policarpo Polli, professor e tradutor de russo, sobre sua trajetória pessoal e sua predileção pela literatura soviética.
Boas leituras!