Confira todos os textos da edição #325
- A cidade inventada por suas canções, por Alex de Cássio
- Complexo de Ismene, por Paulo Damin
- Os 400 anos das Missões Jesuíticas: o Rio Grande Guarani, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho - Parte VII, por Arthur de Faria
- Milton Santos, geógrafo pensador do Terceiro Mundo, por Breno Pedrosa e Paulo Soares
- Minha mãe é professora... De português, por Bruno Negrão
- Mateando em Paris, por Juremir Machado da Silva
- Entre o mundo e eu – Capítulo V, por Marlon Pires Ramos
- O velho Beco do Rosário como leitura para vestibulandos na USP – Entrevista com Ana Luiza Koehler, por Luís Augusto Fischer
- Porto Alegre, 1912 – Miguel Weingartner, de cartunista a conselheiro municipal pelo PRR, por Arnoldo Doberstein
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 4, por Gonçalo Ferraz
Minha mãe é professora… De português.
Desde pequeno, ela fez questão de me ensinar a conjugar verbos: eu economizo, tu economiza, nós economizamos. Outro que ela me falava bastante: eu mando, tu obedece, ninguém reclama.
Embora o senso comum pense o contrário, ser filho de professora tem o seu lado bom. Corriqueiramente eu era elogiado por saber falar o nosso idioma sem cometer vícios de linguagem - e por usar palavras complicadas, como corriqueiramente, apenas para me aparecer.