Confira todos os textos da edição #333
- Pelé e Tostão, por Antônio Vicente Martins
- A copa que eu vivi, por Júnior Maicá
- Quando um embaixador argentino chorou a morte de Pelé, por Eduardo Brigidi
- Na Copa do Mundo, um Grenal de goleiros, por Valesca de Assis
- Lendas e causos das velhas Missões, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho – Capítulo XIV, por Arthur de Faria
- Visão de futuro, por Paulo Damin
- Asperezas de Minuano, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo III, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 12, por Gonçalo Ferraz
- Outras luzes na escuridão, por Helena Terra
Os Anos 80

Antes de tudo, a banda e o artista que, de alguma forma enquadráveis como “rock”, fizeram a transição entre os anos 1970 e 1980. A banda é o Taranatiriça, que nasce instrumental, em 1979, situando-se como o lado rocker de um trio de bandas contemporâneas basicamente instrumentais: eles, o Cheiro de Vida (mais jazz-funk) e o Raiz de Pedra (mais pra jazz). Já o artista, na verdade inclassificável, é Júlio Reny, que no mesmo ano faz seu primeiro show: Uma Canção nas Trevas.