Confira todos os textos da edição #333
- Pelé e Tostão, por Antônio Vicente Martins
- A copa que eu vivi, por Júnior Maicá
- Quando um embaixador argentino chorou a morte de Pelé, por Eduardo Brigidi
- Na Copa do Mundo, um Grenal de goleiros, por Valesca de Assis
- Lendas e causos das velhas Missões, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho – Capítulo XIV, por Arthur de Faria
- Visão de futuro, por Paulo Damin
- Asperezas de Minuano, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo III, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 12, por Gonçalo Ferraz
- Outras luzes na escuridão, por Helena Terra
Era o ano de 1970, o difícil ano de 1970. A ditadura militar torturava brasileiros nos seus porões. Eu era uma criança, não sabia da história toda que acontecia. Era uma criança que sonhava. Sonhava com a bola, com o futebol que jogava na rua, nas calçadas, no meio dos carros que passavam sem pressa numa cidade que não tinha pressa. 1970 era o ano da Copa do Mundo no México e a gente sonhava, sonhava com a Copa.