Confira todos os textos da edição #333
- Pelé e Tostão, por Antônio Vicente Martins
- A copa que eu vivi, por Júnior Maicá
- Quando um embaixador argentino chorou a morte de Pelé, por Eduardo Brigidi
- Na Copa do Mundo, um Grenal de goleiros, por Valesca de Assis
- Lendas e causos das velhas Missões, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho – Capítulo XIV, por Arthur de Faria
- Visão de futuro, por Paulo Damin
- Asperezas de Minuano, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo III, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 12, por Gonçalo Ferraz
- Outras luzes na escuridão, por Helena Terra
O livro não começa com uma palavra. Com dois pontinhos, o sinal de pontuação, como se fosse introduzir uma referência, a brasileira Tatiana D’Angieri inicia o seu primeiro romance, Luz Selvagem, título que imediatamente me faz pensar em dois livros de um de meus escritores norte-americanos favoritos - Luz em Agosto e Palmeiras Selvagens, de Willian Faulkner -, e um pouco sobre seus enredos, ainda que de modo sutil.