Confira todos os textos da edição #315
Saudades do Cais Mauá aberto à cidade, por Tiago Medina
Histórias de Autógrafos: Tom Wolfe em “Um Homem Por Inteiro”, por Carlos Gerbase
Thiago Lacerda, medida por medida, por Juremir Machado da Silva
Centenária: Maria, vó minha - Capítulo 11, por Tiago Maria
Mãe, a mais inesquecível dentre os tipos, por Fernando Seffner
Caio, a carroça e a facilidade em destruir, por Gilberto Perin
Amanda Costa: "Caio antecipou muito do que tem sido feito na literatura recente", por Luís Augusto Fischer
Porto Alegre, 1902-06: Máscaras e carrancas nos prédios da capital, por Arnoldo Doberstein
Projeto Gema – Dez anos: Ato II, por Lucas Luz
A medida das coisas humanas: Capítulo V, por Helena Terra
Alguns consideram que, na arte gótica, por garantirem mais liberdade de criação, as gárgulas apresentam valores artísticos que podem até se sobrepor às imagens celestiais. Serve isso somente para lembrar que em Porto Alegre, nas primeiras décadas do século 20, vicejou uma arquitetura historicista que privilegiava a ornamentação das fachadas. Estas ganharam figuras alusivas às atividades humanas e conceitos políticos e culturais, motivos florais e vegetais, como metáforas da prosperidade e opulência, e uma variedade de máscaras, mascarões, carrancas e grifos, simbolizando a guarda dos interiores contra as “ameaças” externas. Entre as centenas destas últimas, ainda restantes ou já descartadas, aqui nos propomos apresentar algumas cujas autorias são mais seguras de indicar.