Confira todos os textos da edição #333
- Pelé e Tostão, por Antônio Vicente Martins
- A copa que eu vivi, por Júnior Maicá
- Quando um embaixador argentino chorou a morte de Pelé, por Eduardo Brigidi
- Na Copa do Mundo, um Grenal de goleiros, por Valesca de Assis
- Lendas e causos das velhas Missões, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho – Capítulo XIV, por Arthur de Faria
- Visão de futuro, por Paulo Damin
- Asperezas de Minuano, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo III, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 12, por Gonçalo Ferraz
- Outras luzes na escuridão, por Helena Terra
O futebol inventa paixões, dilemas, memórias, enquanto a bola gera bilhões nas roletas de cassino.
Na Copa de 2022, vivíamos na antiga Tenochtitlán, e jogavam, pela fase de grupos, México e Argentina. As duas gurias aflitas em casa, sem saber para quem torcer, divididas entre as amigas mexicanas e argentinas da escola. O México, avassalador e acolhedor, era nossa casa. A Argentina, a vizinha querida de sempre, não ganhava há tanto tempo, elas tinham até pena. Por suerte, foi 0-0.