O futebol sempre conviveu com diferenças políticas, sociais e culturais. É justamente essa capacidade de reunir pessoas tão diferentes que faz dele um fenômeno popular. Quando um treinador transforma o espaço do clube em palanque eleitoral, ataca uma das maiores riquezas do esporte.
Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Palmeiras, São Paulo, Corinthians, Santos, Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Vitória, Chapecoense, Mirassol e Bragantino assinaram uma nota com um recado taxativo. Sem as bets, o futebol brasileiro vai acabar. Será que vai?