Confira todos os textos da edição #330
- Jamil Chade: “Casa é onde a gente vai com as pessoas que a gente ama”, por Roberto Jardim
- Copa numa hora dessas, por Roberto Jardim
- As Copas do Simon, por Carlos Simon
- Álbum de recordações, por Eduardo Brigidi
- Os Guarani e seus mapas, por Artur Barcelos
- O rock gaúcho - Parte XI, por Arthur de Faria
- Meu paciente chamado Guaíba, por Enrique Falceto de Barros
- Terras raras: de patinhos feios a cisnes, por José Roberto Iglesias
- Entre o mundo e eu - Capítulo X, por Marlon Pires Ramos
- Na companhia de Cascudo, por José Botelho
- 1926 - A estreia da banda italiana de Otávio Rocha, por Álvaro Santi
- Cordel do Corte Raso — Capítulo 9, por Gonçalo Ferraz
O fascínio de minhas filhas pelas figurinhas da Copa me faz recordar álbuns antigos, texturas e cheiros de pacotinhos Itália 90. A estética do torneio variava conforme o país-sede, o idioma do álbum era o brasileiro. Depois de buscas por bancas da Auxiliadora, mãos dadas com minha mãe, e de epopeias de bafo no colégio Piratini, aquelas figurinhas ainda exigiam um artesanal trabalho de colagem.
Uma época em que os estádios tinham sempre estilo, nome próprio. O meu, aliás, chamava-se Olímpico Monumental – hoje, é uma arena sem nome, sem árvores.