Confira todos os textos da edição #329
- Porto Alegre, 1915 – A morte de Pinheiro Machado, por Arnoldo Doberstein
- Muito antes de Trump: a trama milenar entre Armênia e Irã – parte 3, por Daniel Scandolara
- A arte negra na Bienal de Veneza ou o tapete de minha avó, por Samantha Buglione
- O Rock Gaúcho – Parte X, por Arthur de Faria
- Ubiracir Fernandes: “A cannabis deixou de ser um tema alternativo ou experimental", por Luís Augusto Fischer
- Cássio Dalpiaz: “Para cada um dos 365 dias, uma instrução de voo”, por Luís Augusto Fischer
- O que aprendi com Leonardo, por Alfredo Fedrizzi
- Cordel do Corte Raso - Capítulo 8, por Gonçalo Ferraz
- Entre o mundo e eu - Capítulo IX, por Marlon Pires Ramos
- Os Guarani e o Pampa, por Artur H. Franco Barcelos
- Quatro palavras sobre Pedro Ortaça, por Demétrio Xavier
Um belo dia Mimi e Peco se reencontram no IAPI.
E era ainda 1973 quando Edinho, visitando a família e os amigos em Porto Alegre, recebe a nova proposta do primo:
– Olha, tamo formando uma banda: eu, TU, o Peco e o Zé Vicente.
Não teve nem escolha. Zé Vicente era o José Vicente Brizola, guitarrista e filho do homem que era o exilado mais famoso de então: sim, Leonel Brizola.
Marcos:
Eu fiquei morando no Rio de Janeiro e Mimi e Edinho vieram para Porto Alegre onde, a convite do Zé Vicente Brizola e com participação do Cláudio Vera Cruz, fizeram uma temporada no Clube de Cultura que virou sucesso de público. Foi quando o Peco chegou na cidade e passou a fazer parte da banda. Resolveram dar um nome ao grupo e aceitaram a sugestão do Peco, de Bixo da Seda. Bixo com X, como os jovens usavam na época.
O Bixo em Porto Alegre logo virou febre e eu voltei para a banda – que tinha o agora o Mimi, Edinho, e Vera Cruz como cantor e guitarrista.
Sim, Peco já chegara batizando a banda: quem mais poderia, enrolando um, ter a ideia?