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O rock gaúcho - Parte X

Parêntese #329

O rock gaúcho - Parte X
Mimi, Vera Cruz, Edinho e Zé Vicente ensaiando. Foto: Arquivo de Edinho Espíndola

Um belo dia Mimi e Peco se reencontram no IAPI. 

E era ainda 1973 quando Edinho, visitando a família e os amigos em Porto Alegre, recebe a nova proposta do primo:

Olha, tamo formando uma banda: eu, TU, o Peco e o Zé Vicente.

Não teve nem escolha. Zé Vicente era o José Vicente Brizola, guitarrista e filho do homem que era o exilado mais famoso de então: sim, Leonel Brizola.

Marcos:

Eu fiquei morando no Rio de Janeiro e Mimi e Edinho vieram para Porto Alegre onde, a convite do Zé Vicente Brizola e com participação do Cláudio Vera Cruz, fizeram uma temporada no Clube de Cultura que virou sucesso de público. Foi quando o Peco chegou na cidade e passou a fazer parte da banda. Resolveram dar um nome ao grupo e aceitaram a sugestão do Peco, de Bixo da Seda. Bixo com X, como os jovens usavam na época.
O Bixo em Porto Alegre logo virou febre e eu voltei para a banda – que tinha o agora o Mimi, Edinho, e Vera Cruz como cantor e guitarrista.

Sim, Peco já chegara batizando a banda: quem mais poderia, enrolando um, ter a ideia?