Confira todos os textos da edição #329
- Porto Alegre, 1915 – A morte de Pinheiro Machado, por Arnoldo Doberstein
- Muito antes de Trump: a trama milenar entre Armênia e Irã – parte 3, por Daniel Scandolara
- A arte negra na Bienal de Veneza ou o tapete de minha avó, por Samantha Buglione
- O Rock Gaúcho – Parte X, por Arthur de Faria
- Ubiracir Fernandes: “A cannabis deixou de ser um tema alternativo ou experimental", por Luís Augusto Fischer
- Cássio Dalpiaz: “Para cada um dos 365 dias, uma instrução de voo”, por Luís Augusto Fischer
- O que aprendi com Leonardo, por Alfredo Fedrizzi
- Cordel do Corte Raso - Capítulo 8, por Gonçalo Ferraz
- Entre o mundo e eu - Capítulo IX, por Marlon Pires Ramos
- Os Guarani e o Pampa, por Artur H. Franco Barcelos
- Quatro palavras sobre Pedro Ortaça, por Demétrio Xavier
A sabedoria indígena e rural de todos os tempos e dos quatro ventos conhece e maneja o privilegiado lugar da influência da lua.
Como relacionar-se com os ciclos naturais e realizar as melhores práticas que deles dependem, sem observar se a lua é “boa”?
Simões Lopes Neto não inventou que cavalo enfrenado na Nova sai babão; ouviu, soube de gente que conduz essas noções ao longo do tempo meio sem fim e que sabe que tampouco deve castrar na Cheia, se não quiser sangueira.
Sabe-se disso aos quatro ventos, eu dizia, enquanto lembrava as quatro fases da face de Yací, a lua guarani.
“São quatro cernes de angico falquejados na Minguante”, diz Jayme Caetano Braun sobre si mesmo, sobre Noel Guarany, sobre Cenair Maicá e sobre Pedro Ortaça. Troncos missioneiros.