Confira todos os textos da edição #331
- Sem explosões, com transformações, por Luís Augusto Fischer
- Maria Regina Pilla: Existencialista, militante, cidadã do mundo, por Luís Augusto Fischer
- Primeiro, não tomar gol, por Fernando Carvalho
- Minha primeira Copa, por Juremir Machado da Silva
- O rock gaúcho – Parte XII, por Arthur de Faria
- Rebeldia comportada, por Abrão Slavutsky
- Essa terra não tem dono!, por Artur Barcelos
- Sussuarana – Capítulo I, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 10, por Gonçalo Ferraz
- Grato, Carlo Ginzburg, por Francisco Marshall
- Pedro Brum Santos, entre a literatura e a história, por Lucas Zamberlan
- Uma tristeza medonha, por Karina Lucena
Entrevista originalmente publicada na revista Parêntese 38, 15 de agosto de 2020
Tenho o grande gosto de conversar regularmente, há muitos anos, com a Maria Regina Pilla, que atende também pelo simpático apelido “Neneca”. Nos conhecemos nos anos 80, quando ela voltou para Porto Alegre. Alguns amigos e conhecidos meus haviam convivido com ela nos anos 60 (tempo em que eu era uma criança, eles já adolescentes e jovens) e davam depoimentos entusiasmados.