Confira todos os textos da edição #331
- Sem explosões, com transformações, por Luís Augusto Fischer
- Maria Regina Pilla: Existencialista, militante, cidadã do mundo, por Luís Augusto Fischer
- Primeiro, não tomar gol, por Fernando Carvalho
- Minha primeira Copa, por Juremir Machado da Silva
- O rock gaúcho – Parte XII, por Arthur de Faria
- Rebeldia comportada, por Abrão Slavutsky
- Essa terra não tem dono!, por Artur Barcelos
- Sussuarana – Capítulo I, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 10, por Gonçalo Ferraz
- Grato, Carlo Ginzburg, por Francisco Marshall
- Pedro Brum Santos, entre a literatura e a história, por Lucas Zamberlan
- Uma tristeza medonha, por Karina Lucena
Milhões de leitoras e leitores aprenderam a admirar e aprender com a obra de Carlo Ginzburg (15/04/1939 - 17/06/2026), desde dois de seus primeiros livros: I benandanti (1966, traduzido como Andarilhos do bem, Cia. das Letras, 1988) e Il formaggio e i vermi (1976, publicado como O queijo e os vermes, Cia. das Letras, 1987). A investigação vigorosa da documentação da inquisição italiana trouxe à luz a visão do quadro de violência e controle social praticado por séculos pela igreja católica.