Confira todos os textos da edição #331
- Sem explosões, com transformações, por Luís Augusto Fischer
- Maria Regina Pilla: Existencialista, militante, cidadã do mundo, por Luís Augusto Fischer
- Primeiro, não tomar gol, por Fernando Carvalho
- Minha primeira Copa, por Juremir Machado da Silva
- O rock gaúcho – Parte XII, por Arthur de Faria
- Rebeldia comportada, por Abrão Slavutsky
- Essa terra não tem dono!, por Artur Barcelos
- Sussuarana – Capítulo I, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 10, por Gonçalo Ferraz
- Grato, Carlo Ginzburg, por Francisco Marshall
- Pedro Brum Santos, entre a literatura e a história, por Lucas Zamberlan
- Uma tristeza medonha, por Karina Lucena
No dia 23 de maio de 2026, a crítica literária, a Universidade Federal de Santa Maria e a cultura do Rio Grande do Sul perderam uma de suas vozes intelectuais mais consistentes. A partida de Pedro Brum Santos encerra uma trajetória de quatro décadas dedicadas ao ensino, à pesquisa, à preservação da memória cultural e à construção de instituições acadêmicas. Entre colegas, alunos, amigos e familiares, sua ausência é profundamente sentida. Para os estudos literários brasileiros, especialmente aqueles voltados às relações entre literatura, história, identidade e regionalismos, ela representa também a interrupção de uma presença que se tornou referência pela seriedade, elegância, generosidade e, principalmente, pela atuação ética e preocupada com os princípios democráticos.