Confira todos os textos da edição #331
- Sem explosões, com transformações, por Luís Augusto Fischer
- Maria Regina Pilla: Existencialista, militante, cidadã do mundo, por Luís Augusto Fischer
- Primeiro, não tomar gol, por Fernando Carvalho
- Minha primeira Copa, por Juremir Machado da Silva
- O rock gaúcho – Parte XII, por Arthur de Faria
- Rebeldia comportada, por Abrão Slavutsky
- Essa terra não tem dono!, por Artur Barcelos
- Sussuarana – Capítulo I, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 10, por Gonçalo Ferraz
- Grato, Carlo Ginzburg, por Francisco Marshall
- Pedro Brum Santos, entre a literatura e a história, por Lucas Zamberlan
- Uma tristeza medonha, por Karina Lucena
“Medonho” sempre será um adjetivo que me lembrará da Neneca – Maria Regina Jacob Pilla, que faleceu em 11 de junho, dois meses antes de completar 80 anos. “Que governo medonho!”, “que comida medonha!”, eu sempre me impressionava e me divertia com esse jeito dela de qualificar. O uso desse adjetivo é como um traço da sua personalidade surpreendente e engraçada.