Confira todos os textos da edição #331
- Sem explosões, com transformações, por Luís Augusto Fischer
- Maria Regina Pilla: Existencialista, militante, cidadã do mundo, por Luís Augusto Fischer
- Primeiro, não tomar gol, por Fernando Carvalho
- Minha primeira Copa, por Juremir Machado da Silva
- O rock gaúcho – Parte XII, por Arthur de Faria
- Rebeldia comportada, por Abrão Slavutsky
- Essa terra não tem dono!, por Artur Barcelos
- Sussuarana – Capítulo I, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 10, por Gonçalo Ferraz
- Grato, Carlo Ginzburg, por Francisco Marshall
- Pedro Brum Santos, entre a literatura e a história, por Lucas Zamberlan
- Uma tristeza medonha, por Karina Lucena
Descobri o futebol em 1970, aos oito anos.
Minha primeira Copa do Mundo. Que saudades! Toda ela ouvida pelo rádio, em Palomas, sintonizado na então poderosa Guaíba. Ali decidi ser jornalista. Meu primeiro álbum de figurinhas é uma confusão na minha cabeça. Chamava-se Equipe 70. Mas a gente já estava na cidade. Não podia ser a época da Copa.