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A demora dos livros

Edição #323

A demora dos livros
Foto: Joyce Hankins

A demora dos livros

São tempos de encantamento, por parte de alguns, com avanços tecnológicos que resultaram no desenvolvimento de inteligências artificiais. Na última Parêntese, Ondina Fachel Leal desenvolveu um belo diálogo com uma dessas ferramentas. Hoje, o viés é outro. Augusto Darde celebra os processos cognitivos pelos quais nós, seres de fibras, ossos e sangue, mergulhamos nas leituras. O texto saiu na Matinal News durante a semana, em celebração ao Dia Mundial do Livro. 

Uma obra literária também é central para Olga Garcia Falceto, que resenha o livro Mundo Impossível, de Mayara Floss. Dentre os formatos experimentais da edição, Marlon Pires Ramos compartilha o terceiro capítulo do folhetim Entre o mundo e eu, e Gonçalo Ferraz apresenta um novo capítulo do Cordel Do Corte Raso (em texto e em áudio – para quem gosta de ler até com os ouvidos). Desta vez, o personagem Rodrigo se livra da solidão, e acaba enjoado em frente à Senhora de Nazaré.

Luciano Mello fala do álbum Ópera Grunkie, da artista Marina Lima, e comenta a crítica da Folha de S. Paulo sobre a produção, o que ele considera “uma falta de capacidade de ouvir e de se deparar com o novo”. Também no campo da música, Arthur de Faria encerra a contação de história sobre Luis Vagner, na série sobre o rock gaúcho.

Um encontro entre o ser e o estar é o que move o texto de Horacio Dottori. Já Kétina Timboni reflete sobre o que ainda é preciso ensinar – spoiler: “Homens que confundem poder com direito, insistência com amor, controle com cuidado. E assim, criam justificativas frágeis para atos irreparáveis”. Os desafios que a vida traz sem pedir licença são o tema do artigo de Marilice Costi

Para fechar, Arnoldo Doberstein escreve a respeito da revista Kodak, quando ela começou a circular em Porto Alegre, em setembro de 1912.

Bom final de semana, e boas leituras!